Entrevista à revista Maxim

1) Inri, como será a sua morte?

INRI CRISTO: “Em primeiro lugar, a morte não existe. Assim como não morri há dois mil anos, também não morrerei agora. Embora tenham pensado que morri, eu jamais morri, apenas desencarnei; fui para o PAI em espírito e não de carne e osso, como apregoam os desinformados. Então, apenas descansarei, dormirei o sono dos justos, devolvendo meu corpo físico à minha mãe terra, que pacientemente espera-me para o reencontro místico da renovação, e voltarei ao PAI. Este é o significado da palavra morte para mim. Há dois mil anos eu já disse que quem crê em mim não morrerá eternamente (João c.8 v.51). A morte é a renovação, o começo de uma nova vida. Muitos têm medo de morrer por ignorar a realidade da lei divina. A propósito, sobre qual morte me perguntas? Todas as noites eu morro, e de manhã renasço. Morrer é dormir, descansar, e renascer é despertar novamente. A morte, para aqueles que conhecem a lei divina, é o momento mais esperado e sublime; o passamento é o momento da libertação, conforme está explicitado na Parábola do Veículo Cela, disponível no site www.inricristo.org.br ”.

2) O que estará escrito na sua lápide?

INRI CRISTO: “Eu, o incompreendido, amei sem nada exigir em troca”.

3) Quais os ensinamentos que você quer deixar antes de partir?

INRI CRISTO: “Os ensinamentos que concernem à lei divina, cujo principal mandamento consiste em adorar unicamente a DEUS, único Ser incriado, único eterno, único Ser digno de adoração e veneração, onisciente, onipotente, onipresente, único SENHOR do Universo, meu PAI. Como eu já disse há dois mil anos e minhas palavras valem para sempre: “Buscai o Reino de DEUS e sua justiça, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas” (Mateus c.6 v.33)”.

4) Existe a possibilidade de você ser crucificado?

INRI CRISTO: “À parte a “crucificação” imposta pela mídia, não vim para ser crucificado novamente. Há dois mil anos, na condição de redentor, já saldei todo o débito que havia contraído com a lei divina desde os primórdios da humanidade, uma vez que fui eu, o Primogênito de DEUS, Adão, quem iniciara os seres humanos no caminho do pecado. Em que pese estar previsto que eu seria reprovado por meus contemporâneos por ocasião de meu retorno (“Mas primeiro é necessário que ele sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem” – Lucas c.17 v.25 a 35), voltei a este mundo para julgar, não mais para ser julgado”.

5) Existe a possibilidade de você ressuscitar?

INRI CRISTO: “Quando eu desencarnar, meu corpo será devolvido à mãe terra, cumprindo a lei divina prevista em Gênesis c.3 v.19 (“Tu és pó, do pó tu foste tomado e ao pó retornarás”), todavia meu espírito permanecerá vivo para sempre. Então irei sim reaparecer espiritualmente aos discípulos, alguns levarão até um susto com a minha presença, como aconteceu há dois mil anos. A ressurreição não foi física, e sim espiritual, por isso entrava nas casas com as portas fechadas (João c.20 v.19 e 26), ou incorporado no corpo físico de alguém, como aconteceu a caminho de Emaús, quando apareci aos discípulos incorporado num forasteiro (Lucas c.24 v.13 a 35)”.

6) Por quem você vai ser recebido quando chegar no céu?

INRI CRISTO: “Por quem me recebe todos os dias, porque não vivo aqui na Terra, eu vivo com o meu PAI. Eu venho aqui, cumpro minhas obrigações, mas estou entre aqui e lá. Onde vivo o tempo não conta, lá não existe calendário e não faz nem um segundo que fui crucificado. Quando eu desencarnar, tão somente estarei aqui na Terra menos vezes do que agora”.

7) Você gostaria que o Mel Gibson fizesse um filme sobre a sua vida?

INRI CRISTO: “Não, porque ele é muito exagerado e instigador. No filme Paixão de Cristo, ele tentou incitar o meu povo contra os judeus, culpando-os pela crucificação. Todavia, há que se considerar que a Palestina estava sob domínio do Império Romano. Portanto, quem decretou e decidiu minha crucificação foi o imperador romano, representado por Pôncio Pilatos”.

8) Se pudesse opinar, como seria a história?

INRI CRISTO: “Seria verdadeira, autêntica. Se eu pudesse opinar, não permitiria nenhuma mentira, nenhuma fantasia, nenhuma lenda, nenhuma fábula na história; só a verdade, crua e nua, como ela é. Mas a verdade não vende livros, a verdade não vende mídia. A humanidade infelizmente está viciada em fantasias, mentiras, lendas, espetáculos mirabolantes, por isso a história está repleta de fantasias, lendas, engodos dogmáticos, etc.”

9) Como será seu funeral?

INRI CRISTO: “Não haverá funeral. Os meus filhos já tem ordem minha para dar uma ajuda à mãe natureza, a fim de que meu corpo se torne pó mais rápido (“Tu és pó, do pó tu foste tomado e ao pó retornarás” – Gênesis c.3 v.19). Por isso, quando eu desencarnar, irão cremar o meu corpo e espalhar as cinzas no meu jardim, aqui na Casa de meu PAI, em Brasília, a Nova Jerusalém do Apocalipse c.21”.

10) As cantoras Asusana e Alíbera vão estar cantando que musica no seu velório?

INRI CRISTO: “Quando eu desencarnar elas continuarão sim cantando hinos de louvor a DEUS, e muitas vezes, com saudade, elas cantarão INRI CRISTO na Web, a versão mística da música Hotel Califórnia. Mas jamais cantarão em velório, porque não haverá velório. Isso é coisa de idólatra que fica acendendo vela pra defunto, e eu nunca serei defunto. Permanecerei vivo para sempre”.

11) Quais seriam suas últimas palavras?

INRI CRISTO: “Que a paz seja com todos, meus filhos. Lembrai-vos que só o meu PAI, SENHOR e DEUS é importante. Ele é um só. Até sempre!”

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