Hypatia de Alexandria – A religião que destrói

O filme Alexandria, que traz em seu bojo a história da filósofa Hypatia, retrata como o fanatismo religioso é destrutivo e separa as pessoas. INRI CRISTO nos ensina que, sendo DEUS onipotente, onisciente e onipresente, Ele está em cada célula de nosso corpo, em cada partícula de nosso sangue; não há como nos desligarmos dele. Logo, religião, quando não um equívoco, é um embuste. Para estabelecer a comunhão com DEUS não requer frequentar igrejas ou templos construídos por homens; basta orar no quarto, com a porta fechada, conforme INRI enunciou há dois mil anos e suas palavras valem para sempre: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora ao teu PAI em segredo. Em segredo Ele vê o que se passa e te abençoa” (Mateus c.6 v.6).

 

Sinopse:

Alexandria, 391. Hypatia ensina astronomia, matemática e filosofia. Seu aluno Orestes está apaixonado por ela, assim como Davus, seu escravo pessoal. À medida que o Cristianismo da cidade, chefiado por Ammonius e Cyrilo, ganha poder político, as grandes instituições de aprendizagem e administração podem não sobreviver. 20 anos depois, Orestes, o prefeito da cidade, tem uma paz intranquila com os Cristãos, chefiados por Cyrilo. Os Cristãos forçam a moralidade pública; primeiro, vêm os Judeus como seu obstáculo, depois as mulheres. Hypatia não tem interesse na fé; está interessada nos movimentos dos corpos celestes e na irmandade de todos. Que lugar haverá para ela?

 

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