Parábola do Mundinho

Assim falou INRI CRISTO:

“A sabedoria e a loucura caminham paralelamente; a linha divisória que as separa é tão ínfima, tão tênue que se torna perigoso confundir. Não sendo bem vigiada, a linha divisória pode tornar-se o alojamento do maligno, príncipe das trevas, que, obstinadamente, tenta persuadir o neófito a trilhar o caminho da loucura.

O postulante à vitória terá que se desvencilhar dos sentimentos mesquinhos, dos pensamentos negativos no intuito de trilhar a senda da sabedoria, cultivando unicamente emanações positivas, que serão transformadas em luz e paz interior.

O demônio, príncipe das trevas, a fim de viabilizar seu nefasto intento de que todos se tornem seus escravos, constroi um mundinho na cabeça dos seres desatentos. Inicia por introduzir-lhe um pensamento negativo aparentemente irrelevante… Quando a ideia maléfica não é rebatida, face à prevaricação, a seguir ele inculca na mente do incauto outra ideia negativa, e mais outra, e outra… até que tudo torna-se negativo para a vítima. Transformada em cavalgadura, após haver muito pensado na ideia maligna, passa a acreditar ser a autora das obras negativas, olvidando-se que o demônio fez um mundinho em seu interior, no sistema neuronial.

Então, atraídos pelos fluidos negativos, os espíritos das trevas aproximam-se do infeliz e aquela simples ideia passa a ser um pensamento contínuo através do qual o inimigo ministra mais e mais negativismo, levando o atormentado a descer vertiginosamente ao fundo do poço negro, vale dos mortos-vivos.

É assim que muitos pensam em matar seu semelhante, roubar, trapacear e até suicidar-se. Não raro o espírito das trevas passa a habitar permanentemente neste corpo débil. Num rumo sem volta, torna-se um ser miserável, refugo humano, espevô (espermatozóide pseudo-evoluído), enfim, um espectro humano, humanóide, morto-vivo (‘Deixai que os mortos sepultem os seus mortos’ – Mateus c.8 v.22).

Os que almejam desvencilhar-se deste tenebroso jugo a fim de voltar à trilha do reto viver, devem curvar-se ante a majestade de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim, levando seriamente em conta os ensinamentos que vos ministro da parte dEle, pois voltei a este mundo unicamente para cumprir Sua santa vontade.”

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